Stuhlberger: Flávio é “fraco” e não tem plano, mas bolsa pode subir 30% com vitória
Resumo: O candidato de oposição Flávio Bolsonaro é “fraco”, não tem um projeto para o país, mas se vencer a eleição presidencial pode provocar uma “porrada insana” na bolsa e o dólar pode cair para R$ 4,80, levando o Banco Central a intervir no…
Análise MoneyApp
Segundo ele, a bolsa é o ativo que sofreria maior impacto, com um potencial de alta de 30% em caso de vitória da oposição. “Podemos ter um downside de 10% em caso de vitória de Lula, mas um upside de 30%, porque ninguém tem ação, se entra uma onda de gente comprando sobe muito”, disse nesta quinta-feira (24), durante evento da Monte Bravo realizado em São Paulo. Segundo o gestor, “mesmo que o Flávio não entregue nada muito bom, só o fato de o Lula sair já vai dar alívio ao limitar a expansão de gastos públicos”, defendeu, acrescentando que “ninguém tem fundo de ação aqui, nem os institucionais, os multimercados, os estrangeiros, a porta é muito pequena e se tiver ordem de compra tem poucas ações com liquidez e o impacto vai ser forte”, disse. Leia também Juros do Tesouro abrem em alta pelo terceiro dia após disparada de taxas nos EUA Rendimento do título americano de 10 anos saltou ao maior nível desde 2007 após PMI mais forte do que o esperado Flávio voltou dos EUA com a família em jato de Vorcaro que foi usado por Moraes Amigo próximo do senador, Willer Tomaz era um dos donos cotistas da aeronave junto de empresa pertencente ao banqueiro Já no caso de uma vitória de Lula, o mercado não teria tanto para cair pois há poucas aplicações de brasileiros e os estrangeiros não venderiam tanto. “Não tem tanto fast money aqui, por isso a bolsa parece muito assimétrica” disse.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Stuhlberger: Flávio é “fraco” e não tem plano, mas bolsa pode subir 30% com vitória. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp
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