Marcopolo (POMO4) tem preço-alvo cortado, mas banco vê dividendos como proteção
Resumo: O Itaú BBA reduziu em 25% o preço-alvo de Marcopolo ( POMO4 ) para R$ 7,50, após o resultado abaixo do esperado no segundo trimestre , mas manteve a recomendação de outperform (equivalente à compra).
Análise MoneyApp
Apesar da revisão negativa das estimativas, a equipe de analistas liderada por Gabriel Rezende avalia que a queda recente de 20% das ações e o dividend yield de 10% oferecem proteção contra novas perdas. O banco, porém, vê pouco espaço para uma recuperação das ações no curto prazo, diante da pressão sobre a demanda e a rentabilidade. As novas estimativas apontam para lucro líquido de cerca de R$ 1,1 bilhão em 2026 e 2027, aproximadamente 12% abaixo do consenso, levando a múltiplos de 5 vezes e 4,9 vezes o preço sobre o lucro (P/L), respectivamente. Leia também Embraer (EMBJ3) dispara após balanço e supera R$ 100 com resultado acima do esperado Fabricante de aeronaves divulgou resultados positivos e elevou projeções para o ano Iguatemi (IGTI11) sobe após venda de fatias em 5 shoppings – o que agradou o mercado? Iguatemi vendeu participações em 5 ativos por R$ 876 milhões Segundo o Itaú BBA, o valuation parece ter encontrado um piso, mas os riscos para os resultados continuam negativos.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Marcopolo (POMO4) tem preço-alvo cortado, mas banco vê dividendos como proteção. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp