Lula sobre uso das redes: ‘Por mais liberdade que tenha, a gente tem que ter limite’
Resumo: O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quinta-feira, 6, que é preciso colocar limites nas formas de se expressar nas redes sociais, que, segundo ele, é quando se fere outras pessoas.
Análise MoneyApp
“Por mais liberdade que a gente tenha, a gente tem que ter limite. O limite é não ferir a liberdade do outro”, disse o presidente. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, quando foi sancionado o projeto de lei que endurece os crimes cometidos contra crianças e adolescentes no ambiente digital, Lula disse ser um defensor da liberdade de expressão, mas que isso não pode ser confundido com atos violentos praticados virtualmente. Leia também “Flávio tem fragilidade de articulação enorme”, avalia líder do Republicanos Augusto Coutinho destaca que o pré-candidato do PL está isolado até mesmo dentro do próprio partido Lula será único presidenciável com alianças; rivais disputam com chapas “puro-sangue” Encerradas as convenções partidárias, presidente reúne sete legendas em torno da candidatura e amplia vantagem no tempo de propaganda eleitoral “Todos defendemos a liberdade de expressão, que é o direito das pessoas se manifestarem contra ou a favor de alguma coisa. Mas a gente não permite que a liberdade de expressão seja confundida com genocídio, assassinos, violência e banalidade contra o ser humano”, declarou Lula.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
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Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
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Fonte original · Análise MoneyApp