EUA e Irã estão tendo “conversas muito boas”, afirma Trump
Resumo: DUBAI/WASHINGTON, 5 Ago (Reuters) – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu governo teve “conversas muito boas” com o Irã durante as negociações que se estenderam por todo o dia na terça-feira, alimentando as expectativa
Análise MoneyApp
Os preços do petróleo caíram e as ações subiram no mercado asiático nesta quarta-feira, depois que Wall Street atingiu níveis recordes com a esperança de que um acordo pudesse ser alcançado em breve para restabelecer o tráfego pelo Estreito de Ormuz, que está bloqueado. “Eles tiveram uma negociação que durou o dia inteiro”, disse Trump ao programa “@ Night”, da Fox News. O Estreito de Ormuz “vai ser aberto muito em breve”, acrescentou Trump. “Se eles recuarem novamente, vão ser duramente atingidos.” Trump tem frequentemente ameaçado com ataques em grande escala caso Teerã não chegue a um acordo e, em seguida, citou avanços nas negociações que, até o momento, não conseguiram pôr fim às hostilidades. A Axios, citando duas fontes regionais e uma autoridade norte-americana, informou que os EUA e o Irã estão próximos de um acordo provisório para reabrir o estreito com o consentimento de Omã, que controla parte da via navegável.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
EUA e Irã estão tendo “conversas muito boas”, afirma Trump. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp