Datafolha: Lula e Flávio empatam com 45% de rejeição do eleitorado
Resumo: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), os dois principais nomes na disputa pela Presidência da República, empatam no índice de rejeição com 45% e dividem o eleitorado brasileiro a menos de dez dias…
Análise MoneyApp
É o que aponta o último levantamento Datafolha, divulgado nesta quinta-feira (24). O resultado reforça o cenário polarizado exibido nas pesquisas anteriores e confirma a tendência do eleitorado, divido entre os dois nomes. Na quinta-feira (17), ambos também estavam empatados numericamente, com 47% de menções negativa cada. O cenário também foi de embate há duas semanas, onde ambos marcaram 46%. Lula tem 40% e Flávio, 36% no 1º turno e disputa segue empatada no 2º Presidente oscila um ponto para cima em relação à semana passada; no segundo turno, petista tem 47% e senador, 45% Datafolha: Tarcísio tem 50% e pode ser reeleito no 1º turno em São Paulo Governador chega a 56% dos votos válidos, enquanto Fernando Haddad aparece com 34%; diferença entre os dois é de 20 pontos nos votos totais Na sequência, Renan Santos (Missão) marca 15% e aparece numericamente como o candidato mais rejeitado fora da polarização, seguido por Romeu Zema (Novo), com 14%, Ronaldo Caiado (PSD), com 13%.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Datafolha: Lula e Flávio empatam com 45% de rejeição do eleitorado. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp
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