📰 Brasil · 2026-08-07 · Fonte: G1 Economia

Como o El Niño impactou empresas agro no Brasil em julho?

Resumo: Apesar da confirmação de um forte fenômeno El Niño, o JPMorgan avaliou que as condições climáticas permanecem dentro da normalidade, sem sinais que justifiquem uma revisão da tese de investimento para as empresas sob cobertura.

Análise MoneyApp

Nesse contexto, o o banco manteve recomendação neutra para SLC Agrícola ( SLCE3 ) e São Martinho ( SMTO3 ) e underweight (exposição abaixo da média, equivalente à venda) para Adecoagro (AGRO). Segundo a equipe de analistas lidera por Lucas Ferreira, o volume de chuvas em julho ficou, de forma geral, em linha com as expectativas. No caso de SLC, as precipitações acima da média em grande parte das fazendas de Mato Grosso compensaram volumes abaixo da média em algumas propriedades do MATOPIBA. Leia também Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai mais de 1% com pressão de PETR4 e bancos Bolsas dos EUA avançam com repercussão dos dados do payroll Cruzeiro do Sul cai após duplo rebaixamento; Cogna sobe com recomendação de compra Morgan Stanley apresentou visões distintas sobre as empresas de educação da Bolsa Já Adecoagro e São Martinho também registraram chuvas dentro do intervalo esperado, embora em níveis mais moderados após dois meses bastante chuvosos, em maio e junho. Segundo o JPMorgan, apesar da incerteza inerente às projeções climáticas, não há, neste momento, anomalias relevantes.

Contexto local e global

O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.

Riscos e cuidados

Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.

Perguntas frequentes

O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?

Como o El Niño impactou empresas agro no Brasil em julho?. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.

Como o mercado dos EUA influencia isso?

O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.

Onde acompanhar os próximos desdobramentos?

No MoneyApp, com cotações em tempo real de Brasil e dos EUA, calendário econômico e gráficos em 14 timeframes.

Fonte original · Análise MoneyApp