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📰 Brasil · 2026-09-24 · Análise MoneyApp

BlackRock: Brasil pode atrair investimento em IA, questão é como se posicionar

BlackRock: Brasil pode atrair investimento em IA, questão é como se posicionar

Resumo: O Brasil tem capacidade de atrair investimentos relacionados à inteligência artifical, mas a questão é como se posicionar de uma forma mais competitiva, afirmou nesta quinta-feira o presidente-executivo da BlackRock Brasil, Bruno Barino.

Análise MoneyApp

“O Brasil tem a energia que é o mais complexo em várias localidades de pegar, e toda a capacidade de fazer. A questão agora é como desenvolver um arcabouço regulatório e competir o recurso a nível global”, afirmou o executivo em evento da Monte Bravo em São Paulo. Barino disse que uma vantagem dessa cadeia de IA é que muitas das operações são vinculadas em dólar, então já existe um hedge cambial no investimento. O executivo destacou que o cenário da BlackRock não é de bolha de IA, citando que há um “ramp-up” de custos, mas em breve começarão a ser observados os benefícios na produtividade em toda a cadeia. Leia mais: Com Redata, Ascenty projeta quadruplicar com direito a projeto bilionário Barino afirmou que a IA deve levar a um volume de investimento de US$5 trilhões a US$8 trilhões nos próximos quatro a cinco anos quando se pensa na cadeia longa, que começa no data center e vai até a aplicação final.

Contexto local e global

O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.

Riscos e cuidados

Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.

Perguntas frequentes

O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?

BlackRock: Brasil pode atrair investimento em IA, questão é como se posicionar. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.

Como o mercado dos EUA influencia isso?

O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.

Onde acompanhar os próximos desdobramentos?

No MoneyApp, com cotações em tempo real de Brasil e dos EUA, calendário econômico e gráficos em 14 timeframes.

Fonte original · Análise MoneyApp

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Renan Filho
Sobre o autor Renan Filho — Especialista em Tecnologia e IA · 12 anos de experiência criando e gerindo empresas · Criador de fintechs
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