— 𝕏 in ▶

📰 Brasil · 2026-09-24 · Análise MoneyApp

Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre

Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre

Resumo: Milei discursa na Assembleia Geral da ONU Caitlin Ochs/Reuters A parcela da população argentina que vive abaixo da linha da pobreza voltou a crescer após dois anos e passou de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026, informou nesta…

Análise MoneyApp

O índice de pobreza estava em queda desde 2024, quando 52,9% dos 47 milhões de habitantes do país viviam na pobreza. O número é uma das estatísticas mais destacadas pelo presidente Javier Milei para ilustrar o que considera o sucesso de seu plano econômico ultraliberal Ainda segundo o Indec, a taxa de indigência da Argentina também subiu, chegando a 7,5%. O órgão considera pobres adultos cuja renda não é suficiente para cobrir uma cesta básica de cerca de 340 dólares (R$ 1.761) pelo câmbio oficial, que inclui alimentos e outros bens e serviços. No caso da indigência, a cesa considera apenas alimentos e custa aproximadamente 150 dólares (R$ 777). Agora no g1 O crescimento da pobreza acompanha a inflação, que voltou a acelerar entre o fim de 2025 e o início de 2026.

Contexto local e global

O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.

Riscos e cuidados

Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.

Perguntas frequentes

O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?

Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.

Como o mercado dos EUA influencia isso?

O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.

Onde acompanhar os próximos desdobramentos?

No MoneyApp, com cotações em tempo real de Brasil e dos EUA, calendário econômico e gráficos em 14 timeframes.

Fonte original · Análise MoneyApp

Aviso de direitos autorais: Esta página resume e comenta uma notícia publicada originalmente por terceiros (link acima). O resumo, a análise, os dados e a opinião são de autoria do MoneyApp. O conteúdo original pertence ao seu autor/veículo e é usado para fins de citação e comentário (fair use). Não republicamos o texto integral da fonte.

Renan Filho
Sobre o autor Renan Filho — Especialista em Tecnologia e IA · 12 anos de experiência criando e gerindo empresas · Criador de fintechs
LinkedIn · Instagram
Compartilhar: WhatsApp 𝕏 Facebook LinkedIn